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1 de maio de 2018

"Netflix não é revolucionária, mas melhorou a televisão", diz CEO da empresa


Revolucionar é uma palavra que tem sido usada com muita frequência para nomear gadgets ou serviços que mudaram a forma que nós usávamos algo no passado. Seja ele um smartphone ou nesse caso a TV, com a chegada dessa nova tecnologia nós nunca mais fizemos isso da mesma forma como antes.

Mas, o CEO da Netflix Reed Hastings em uma entrevista ao Business Insider negou o título de revolucionário ao serviço. Segundo ele a Netflix não é uma revolução da TV mas sim uma evolução e, caso fôssemos apontar algo que revolucionou a televisão, o Youtube é o que está mais próximo de fazer isso. 

Está mais próximo de evolução do que de revolução. Revolução poderia ser mais algo que o Youtube está fazendo com sua plataforma aberta. E há algo bom e ruim em revoluções. Eu diria que nós melhoramos a televisão. As pessoas continuam assistindo programas de 45 minutos na televisão, mas agora na Netflix. Essa não é uma grande revolução - mas é uma melhora significativa e isso é importante. 
Essa fala do poderoso chefão da Netflix é algo interessante de ser analisado. Negar o título de revolucionário pode parecer algo inesperado para muitos, mas está longe de ser fora de sentido. Muito é dito sobre a Netflix ter mudado a forma como consumimos conteúdo, mas será que isso é realmente verdade ou apenas facilitou onde encontramos ele?

Como Hastings aponta, a forma como o conteúdo é disponibilizado, o acesso gratuito e facilitado do Youtube sim pode soar como revolucionário. Afinal, a participação colaborativa da plataforma que conta com o apoio tanto de quem produz quanto de quem assiste é algo que realmente mudou a forma como as coisas são feitas.

O Youtube sim quebrou a barreira entre produtores e consumidores colocando todos do mesmo lado, afinal quem assiste também tem, com poucos recursos, a possibilidade de produzir um conteúdo que, com o tempo pode se tornar algo inimaginavelmente grande, tão grande quanto o conteúdo produzido nos meios tradicionais, que constantemente usam dos "filhos" desses novos meios para tentar, muitas vezes sem sucesso, se adaptar.

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