20 de outubro de 2017





Enquanto a expectativa pelo iPhone X só aumenta, uma notícia triste para os fãs mais ansiosos vem junto: segundo um artigo publicado na última quinta-feira pelo analista Ming-Chi Kuo da KGI Securities, entre 2 e 3 milhões de aparelhos devem ser disponibilizados para os consumidores em um primeiro momento. A pré-venda já começa na próxima sexta-feira, dia 27.

A última vez que a Apple anunciou números de pré-venda foi em 2014, quando foram vendidos de 4 milhões de aparelhos em 24 horas. Levando em consideração a demanda altíssima que o iPhone X provavelmente terá devido aos diferenciais apresentados em relação a outros iPhones, esse número pode ser ainda maior, o que deve esgotar os estoques em ainda menos tempo.

Mas, segundo Kuo, que é responsável pela cadeia de abastecimento da Apple na Ásia, diz que os problemas de produção enfrentados pela Apple devem ser sanados em breve. Mesmo assim, a KGI Securities reduziu as previsões de produção do iPhone X de entre 30 a 35 milhões para 25 a 30 milhões.

Afinal, o que vem causando esse atraso na produção? Segundo o analista, a empresa responsável pela placa de circuito de antena não conseguiu fazer parte das especificações exigidas pela Apple, e foi substituída por outra. Outro problema é um módulo de câmera grande angula que está sofrendo com falta de suprimentos para a fabricação. E quanto a outro problema reportado pelo The Wall Street Journal que dizia respeito à falhas de reconhecimento do Face ID, foi resolvido com uma série de aperfeiçoamentos e testes feitos.

Mesmo sofrendo com todos esses problemas, essa demora em fornecer novos iPhones X tem dois pontos que merecem ser destacados: o primeiro pode ser que acabe causando um frisom ainda maior e estimule ainda mais os consumidores a comprar o iPhone X. Um ponto negativo é o de que, demorando tanto tempo assim, uma maior disponibilidade de aparelhos pode coincidir com o lançamento do Samsung Galaxy S9, que deve trazer uma tecnologia parecida com a do Face ID e ainda a possibilidade de desbloquear o smartphone com sensor de digitais em qualquer parte da tela.

Resta saber se o hype do iPhone aumentará com mais essa espera que fãs e admiradores da marca terão que passar. Se tivesse que apostar concluiria que sim, mesmo com o preço elevado de US$1000, a Apple tem tudo para entrar em um superciclo de lançamentos já que a explosão de vendas do iPhone X vai acabar se aproximando bastante do anúncio de novos lançamentos no ano que vem.

Pela primeira vez, ficar dias na fila não será um exagero para quem quiser ter o iPhone X em mãos logo no lançamento. Sem intenção nenhuma a Apple, em um primeiro momento, tornará o smartphone ainda mais exclusivo.

Fonte: Business Insider

3 milhões de iPhone X devem ser disponibilizados no lançamento; estoques não darão conta da demanda

17 de outubro de 2017


A série conceitos está de volta! Agora, uma vez por semana, você confere o melhor conceito de alguma ideia muito interessante que poderia fazer muita diferença no dia a dia. Aqui no blog já tivemos uma câmera que tira fotos com apenas um gesto e uma reformulação do Walkman, caso a Sony resolvesse apostar no dispositivo de música novamente.

O conceito de hoje pensa em uma ideia que deve resolver um incômodo diário: pegar o telefone para ver qual é o nível de bateria durante o carregamento. Feito por Kim Jinseok, Park JungJun e Na Yongmin o 'Check'n Cable ou 'Verificar no cabo' em português tem como objetivo mostrar como seria se o indicativo de bateria estivesse no cabo.

Com esse cabo, o usuário não é mais obrigado a pegar o telefone, pressionar o botão principal e desbloquear as digitais e depois acessar a porcentagem do telefone. O indicador de bateria passa a ser colocado no conector do cabo.

A interface do indicador é extremamente simples e indicaria, ainda, a porcentagem de acordo com a cor, sendo vermelha para nível baixíssimos de bateria, azul para níveis médios e verde para uma carga quase completa. Para completar, o cabo é feito de nylon que evita que ele se embarace, o que tem se tornado cada vez mais comum nos smartphones premium.



Gostaram da ideia simples mas interessante? O que acharam? Deixe sua opinião nos comentários e até semana que vem!

Conceito: carregador substitui necessidade de ver o celular e mostra porcentagem da bateria

13 de outubro de 2017


A nossa série "Os Esquecidos" está de volta para um capítulo especial. Como você viu em todas as matérias anteriores, a intenção dessa série de postagens é mostrar o destino de produtos e serviços que antes receberam toda a atenção das empresas que as criaram mas no fim acabaram esquecidas ou abandonadas.

Hoje temos o MySpace, rede social criada por Tom Anderson em 2003 mas vendida pelo mesmo quase dois anos após o seu início por US$580 milhões. Enquanto o seu fundador hoje curte uma vida agradável tirando fotos pelo mundo, a rede social foi, aos poucos, perdendo o seu prestígio e o número de usuários para o Facebook.

Esses indícios de fracasso começaram a surgir mais fortemente sete anos depois da venda da rede social, em 2011. Nesses anos tendo a News Corporation como dona, a rede social vinha vendo o seu grande rival, o Facebook crescendo a números impressionantes, principalmente depois de abolir a necessidade de convites e conseguir alcançar 800 milhões de usuários já naquele ano.

O início do declínio
Como constata uma matéria feita pelo Estadão em 2011, o MySpace era uma festa muito popular no início dos anos 2000 que ficou sem graça. A mudança da sede de Santa Monica que tinha toda uma estrutura de restaurantes e cafés para um antigo hospital em Beverly Hills, desestimulou funcionários que muita das vezes saíram para o almoço e voltavam apenas no dia seguinte.

Além desse clima de desânimo, uma demissão em massa de 500 dos 1.100 funcionários criou um clima de instabilidade na rede social que perder 9 milhões de usuários entre 2009 e 2011, contando com um pouco mais de 54 milhões naquele mesmo ano.

Somado a todos esses problemas, a interface da rede social era terrivelmente pesada. Como uma mudança de interface custava muito, os executivos do MySpace passaram anos adiando uma mudança estética.

A questão é : quando você se preocupa com o crescimento, e quando com o dinheiro? Nós [MySpace] nos concentramos no dinheiro, e o Facebook se concentrou em aumentar o número de usuários e na experiência dos usuários
-disse Erin Polley, na época com 29 anos e que migrou do Facebook para outra rede social
Em 2013, a esperança fracassada
Reflexo do constante declínio, Justin Timberlake com um grupo de investidores comprou a rede social por "apenas" US$ 35 milhões, muito menos do que dos US$ 580 milhões pagos pela News Corporation em 2005. No mesmo ano, o MySpace só contava com 35 milhões de usuários por mês, enquanto o Facebook conseguiu 157 milhões.

Como a proposta ousada de reviver a rede social havia fracassado mesmo com um astro pop apoiando a ideia, em 2016 a Time Incorporation comprou a Viant, empresa que até então detinha a rede social de música. A ideia da Time é usar a base de dados das centenas de milhões de contas do MySpace para registrar mais dados e melhorar a sua tecnologia de anúncios. Ou seja, o MySpace só terá seus dados usados, mas investimentos novos da rede social parecem longe dos planos do conglomerado de mídia.

No mesmo ano a rede social também foi alvo de um ataque hacker que obteve e divulgou informações informações pessoais da rede social, o que expôs 360 milhões de contas.

Nem mesmo o 'comeback' do astro pop Justin Timberlake conseguiu reviver rede social

MySpace não soube se reinventar
Você hoje ainda pode entrar no MySpace.com e encontrar conteúdos atuais. Ao contrário do que se podia ver nos seus primórdios, hoje o site do MySpace mostra conteúdo também relacionado a entretenimento e tem um player de música para escutar os sucessos disponíveis na plataforma.

Mas, essas tentativas de reinvenção e adição de novas informações estão longe de reparar o estrago feito com a rede social ainda nos tempos em que as pessoas se importavam com ela. Como dito por Erin Polley, o MySpace deveria ter se reinventado junto com o Facebook e talvez até mesmo expandido para algo além de uma rede social para músicos e ouvintes e se tornado algo tão grande quanto o Facebook.

O Facebook conseguiu agregar todos os profissionais e usuários comuns do MySpace pelo simples fato de conseguiu ter ferramentas que ajudam os artistas na divulgação do seu trabalho - como as páginas e grupos -, e também ser uma rede social que é útil para uma dezena de necessidades diferentes.

O MySpace é mais um exemplo de até onde a ganância e a falta de planejamento podem chegar. Feliz foi Tom Anderson, fundador do MySpace, que vendeu a empresa por US$580 milhões em seu auge e hoje desfruta de toda a estabilidade que esse dinheiro trouxe.

Fontes: G1TecmundoRevista GalileuLikedin e IDGNow

Se lembra dele? MySpace, outrora uma das maiores redes sociais do mundo, hoje está viva mas esquecida

 
Tecno Explore © 2017 - Designed by Templateism.com