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28 de abril de 2017

Curiosidades: WhatsApp começou como uma startup, quase foi comprada pela Google e conta com poucos funcionários


Começa agora a volta da coluna sobre curiosidades do mundo da tecnologia. De tempos em tempos, preferencialmente na sexta-feira, você vai conferir aqui no Tecno Explore alguns fatos bem inusitados das principais empresas de tecnologia do mundo.

Apesar de estar longe de ser uma das principais, o WhatsApp figura entre um dos principais protagonistas no meio tecnológico quando o assunto é comunicação. Além de ter se tornado referência, o app adquirido pelo Facebook em 2014, conta com alguns fatos bem interessantes.

Primeiro temos o crescimento surpreendente: em 2014 o app tinha 450 milhões de usuários, ultrapassando a marca do 1 bilhão dois anos depois. Apesar desse número estratosférico ele é administrado por apenas 57 funcionários, todos engenheiros. A política de não fazer reuniões e resolver tudo, é claro, pelo WhatsApp, é um dos motivos para que tão poucos funcionários consigam lidar com tantos usuários.

Mas esse crescimento não começou do dia para a noite: fundada em 2009 como uma simples startup logo cresceu rapidamente com a sua ideia, incomodando as principais operadoras do mundo que, pela primeira vez, haviam registrado decréscimos nos lucros com SMS. Enquanto isso, o app teve um sucesso instantâneo de 250 mil downloads só no primeiro ano.

A Google, que sempre está de olho nas tendências do mercado rapidamente percebeu que comprar o WhatsApp seria um ótimo negócio já que a empresa nunca conseguiu emplacar um app de mensagens. Por isso, em abril de 2013 a empresa decidiu fazer a oferta de US$ 1 bilhão. Muitos sites deram como certo o negócio, mas ele acabou não chegando as vias de fato, já que os donos do WhatsApp acreditaram que o valor era baixo demais e que a empresa poderia matar o app.

Com a independência que o Facebook tem dado ao app, Jan Koum e Brian Action, criadores do Whatsapp devem estar muito satisfeitos. Além de terem embolsado US$6.8 bilhões e US$ 3 bilhões, respectivamente, ambos agora fazem parte do Facebook, empresa que haviam tentado entrar muito antes do WhatsApp ter se tornado o fenômeno que é hoje.