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16 de abril de 2016

Recuo da Oi, NET e Vivo mostra que reclamar funciona, mas que o consumidor deve permanecer atento


Essa foi, sem sombra de dúvida, uma semana agitada para o consumidor de internet banda larga fixa no Brasil. Depois de anunciados os pacotes com os seus respectivos limites de banda vieram uma enxurrada de comentários negativos para todas as operadoras envolvidas no processo. Além dos consumidores, órgãos de defesa do consumidor pressionaram durante toda a semana as operadoras e já se preparam para entrar com ações na justiça.

Depois de tantos comentários negativos, processos iniciados na justiça e da reclamação dos usuários, a Vivo, operadora que estava mais disposta a implantar o limite tanto para os clientes da empresa quanto para os clientes da GVT recuou e, segundo a mesma, não vai mais limitar o uso da internet.

Vale ressaltar que os clientes que aderiram aos planos da empresa a partir do dia 1º de abril não terão sua internet limitada apenas em caráter promocional, ou seja, quando a Vivo achar necessário vai limitar.


É bom destacar que as outras operadoras envolvidas, Oi e NET já oferecem pacotes com internet limitada. Os consumidores destas operadoras não tem a sua conexão interrompida apenas em caráter promocional, o que pode mudar no futuro.

O que aprendemos com todo esse burburinho em torno da limitação da internet? Reclamar funciona. As operadoras não podem achar que podem fazer o que bem entendem sem o respaldo do consumidor, já que, sem nós, elas simplesmente não existiram, assim como qualquer outra empresa.

A qualidade da internet no Brasil seja fixa ou móvel é horrível e o preço cobrado é absurdo. Nota-se claramente que as operadoras não estão conseguindo dar conta da demanda e queriam implantar o limite da internet fixa mais para continuar lucrando desenfreadamente sem investir muito do que para "beneficiar os usuários que gastam menos". 

O perigo ainda continua. As operadoras podem, em mais uma súbita crise de estupidez e má fé com o consumidor, implantar o limite sem que saibamos. Acionar os órgãos de defesa do consumidor, contatar os sites de tecnologia e notícias e reclamar com as operadoras são as melhores armas.

Operadoras, não somos apenas números, somos clientes que merecem ser bem atendidos e ter um serviço de qualidade compatível com o preço que pagamos. 

Estamos de olho.