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24 de fevereiro de 2016

Caprichou: considerações sobre o Xiaomi Mi5


A Xiaomi era o último grande evento esperado para a Mobile World Congress. Apesar de não ter sido realizado no local, os espectadores que estavam presentes em uma das maiores feiras de tecnologia do mundo estavam ansiosos pelas novidades da empresa.

Ao contrário de outras empresas mais conhecidas como Samsung e LG o foco da Xiaomi não é em ser pioneira no lançamento de um nova tecnologia. O que destaca os aparelhos da chinesa dos da concorrência é o que mais pesa na hora da compra: preço.

E a empresa levou uma surpresa: não apresentou apenas um, mas três aparelhos poderosos, e que serão atraentes pelo seu preço e qualidade. O grande destaque, é claro, fica para o seu top de linha, que trouxe configurações bem interessantes.

Configurações bem atraentes
Depois da decepção com a bateria dos smartphones da Sony é interessante ver a Mobile World Congress sendo encerrada com um aparelho que tem 3000mhA de bateria.

Quanto as configurações temos algumas variações. A tela é a mesma para todos: FULL HD (1920x1080). O processador é o mesmo (Snapdragon 820) mas o clock é diferente em duas versões: 1,8 GHz e outro com 2,15 GHz. Os modelos com capacidade de armazenamento de 32GB e 64GB terão 3GB de Ran. Já o de 128GB terá 4GB.

O que me impressionou foi a divulgação da pontuação nos testes de benchmark. O smrtphone da chinesa(142.000 pontos)  se saiu absurdamente melhor que o Galaxy S7 (116.00 pontos) e um pouco superior ao G5 (133.000) pontos.


Quanto custa?
Perguntar quanto custa em um lançamento quando estamos falando de outras marcas é algo bem complicado. Mas, quando se trata da Xiaomi podemos respirar aliviados.

O Xiaomi Mi5 com 32GB + 3GB Ram sai por R$1211,00 (sem impostos, é claro). Já o irmão do meio com 64GB + 3GB de Ram sai por 1389,00. O irmão mais rápido com 128GB  + 4GB sai por R$1634.

Levando em consideração os impostos eu aposto na seguinte escadinha de preços: R$ 1500 para a versão mais barata, R$1700 para o Mi5 do meio e R$2000 para o irmão mais velho. Se isso se concretizar, o Mi5 se tornará uma das melhores, se não a melhor opção de compra para quem deseja um aparelho top de linha.

Considerações finais
A pouco tempo considerada a 'Apple chinesa' pela semelhança no design dos aparelhos e também pelo sucesso rápido obtido com os 'Mi phones', a Xiaomi se tornou algo bem maior que isso.

Apesar da falta de novidades e de inovação nos smartphones da empresa ela toca na parte mais delicada do consumidor, isso por si só já tira de cena muitos argumentos que poderíamos usar contra ela.

Espero que ela continue assim, lançando smartphones muito mais baratos que a concorrência mas sem perder a qualidade. Apesar da semelhança com alguns concorrentes é muito bom ver que essa semelhança não é também no preço.

Fontes: Tecmundo e Xiaomi Brasil