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6 de abril de 2019

O crescimento global da Xiaomi em 5 anos é impressionante; veja os números


A Xiaomi é hoje uma marca de referência no mundo. O crescimento da empresa chega a números impressionantes até mesmo em países em que não está presente, como é o caso do Brasil. Por aqui, a marca já ultrapassou a Asus e se tornou um dos maiores players do mercado nacional. Esse crescimento se acentuou principalmente nos últimos 5 anos e você confere agora no Tecno Explore como isso aconteceu.

2014 e 2015 liderando sozinha
2014 ficou marcado como o ano do grande salto da Xiaomi. Naquele período, a chinesa comandada pelo bilionário Lei Jun alcançou a marca de 5% do mercado global contra 1.8% no ano anterior. No período entre abril e maio daquele ano, a empresa vendeu 15.1 milhões de aparelhos, alcançando a 5ª colocação.

Ainda segundo a Strategy Analytics, esses números impressionantes vieram do crescimento na China e do aumento na oferta de canais de venda online, ajudando na distribuição massiva dos aparelhos. Naquele ano, a intenção da Xiaomi era expandir para o mercado global mas na época ainda existia o temor da capacidade de expansão de uma marca completamente desconhecida no mundo.

Para isso a chinesa fez uma grande aquisição: trouxe Hugo Barra, ex-líder de produto da divisão do Android.

No ano seguinte a empresa teve um terreno livre para continuar sua dominância na China. Se já não bastasse ser uma das cinco empresas que mais vende smartphone, a Xiaomi manteve um crescimento impressionante no ano seguinte. O gráfico abaixo mostra os números relacionados de janeiro a julho daquele ano. Nesse período, foram vendidos 34.7 milhões de smartphones, 33% a mais do que foi vendido no mesmo período no ano anterior.



Mas tudo viria a mudar no ano seguinte, quando o cenário encontrado pela jovem empresa foi bem diferente dos anos anteriores.

2016 e 2017 a coroa muda de dono
Em 2016 o cenário mudou completamente. Se a empresa começou liderando as vendas com 26% de todas as vendas da China, o quadro da IDC que você vê a seguir mostra como tudo mudou tão rápido. A Oppo roubou a coroa da Xiaomi e a ex-líder sofreu muito com o crescimento de outras gigantes como Apple, Vivo e Huawei.

Não atoa, a Xiaomi começou a investir na Índia, outro grande mercado potencial. Por lá, em pouco tempo a empresa conseguiu se tornar a segunda empresa que mais vende smartphones, ficando atrás apenas da Samsung. Além disso, passou a expandir sua presença para outros segmentos como TV's, drones e relógios inteligentes.

2018 e 2019: crescimento global 
Em 2018 a Xiaomi aumentou sua parcela no mercado indiano e roubou a coroa da Samsung. No quadro abaixo é possível conferir a posição das duas empresas. No período entre maio e junho do ano passado a chinesa conquistou 29.7% das vendas por lá, enquanto a Samsung ficou com 23.9%.


O crescimento global fez com que em março desse ano, a Xiaomi anunciasse que 40% de todas as suas receitas vem de mercados fora da China. Na Europa hoje a empresa ocupa a quarta colocação. Essa estratégia em ampliar a participação no mercado externo vem em um período de desaquecimento da economia chinesa.

Em 2018 a empresa vendeu 123 milhões de smartphones, colocando-a na quarta posição quanto o assunto é venda de smartphones com 7% de market share. Ano passado foi também o ano em que a companhia decidiu separar a marca Redmi para traçar estratégias específicas para mercados emergentes.

Falando em mercados emergente, no Brasil sua volta é aguardada e diversos rumores dão conta de que não deve demorar muito para que isso aconteça. 

Superando as expectativas pessimistas de 2015 que diziam que a Xiaomi era muito dependente do mercado chinês e que dificilmente isso iria mudar, hoje a empresa se tornou uma das maiores do mercado, competindo com empresas tradicionais como Samsung e deixando para trás o estigma de "Apple da China". A Xiaomi hoje é uma empresa que fabrica desde drones até smartphones e tem fãs espalhados pelo mundo inteiro. 

Errata: Xiaomi não vai entrar no setor automobilítico. O carro amplamente divulgado contará apenas com o apoio de software da chinesa. [07/04/2019]


Fontes: ForbesBusiness StantardAndroid AuthorityTecnoblogThe Economic TimesZDnetThe Financial TimesAndroid CentralGizmodo China

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