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10 de março de 2016

Consumo consciente: quando 4GB de Ram são suficientes


Considerada por muito o vilão dos smartphones, o consumo de memória RAM ainda é motivo de preocupação nos pcs. A máxima de que "quanto mais melhor" é sempre aplicada nos casos em que o usuário faz muitas tarefas ao mesmo tempo ou se ele simplesmente gosta de realizar tarefas pesadas como jogos ou programas de edição gráfica.

Muitas vezes, o consumo de computadores é direcionado por números e mais números que indicam a capacidade das máquinas. No caso da memória RAM, entretanto o ditado "tamanho não é documento" em várias situações é perfeitamente aplicável. De modo geral, esse tipo de memória, uma sigla para "Random Acess Memory", trata-se da parte física do computador em que os dados processados pela CPU são armazenados para uso imadiato pelo usuário - diferentemente do armazenamento de discos rígidos e pen drives, que deixam os materiais ali até que alguém os pegue.

Levando em consideração o modus operadi da memória RAM, de reter e eliminar a todo momento dados de apps e do sistema operacional, 4GB seriam a quantidade ideal para se começar. Tal marca está diretamente relacionada com a versão do Windows instalada na máquina: 32 ou 64 bits. Neste ponto é importante ressaltar que a versão 32 bits só pode "comandar" até 3,5 GB - o que sobrar da memória, a partir daí, não será usada pelos programas, não importando quanto a mais de RAM a máquina estiver disponível.

Quando se pensa nas necessidades de cada usuário, é consenso que 4GB são suficientes para o "arroz com feijão", que define as tarefas diárias mais comuns, incluindo aí até edições de fotos e vídeos menos apuradas.

Para que o consumidor tenha uma ideia, cada programa aberto em um Windows de 32 bits não pode consumir, sozinho, mais do que 2 GB – isso quer dizer que, mesmo com 4 GB de RAM disponíveis, os programas escritos para a versão de 32 bits vão continuar puxando até 2 GB, apenas. O número, à primeira vista, parece pequeno, mas essa perspectiva muda quando se lembra que boa parte das aplicações sequer consomem 1 GB.
Explica o diretor de marketing da Acer Brasil, Anderson Kanno.

Ou seja, a busca por equipamentos que tenham mais que 4 Gb só é justificada no momento em que o uso passa por uma cultura de games em larga escala, gerenciar um número alto de processos simultaneamente ou lidar com arquivos de grande porte de programas com peso fora do comum. Encaixam-se nessa categoria gamers com atividade intensa, editores de imagens e programadores que usam banco de dados, ou quem centraliza gerenciadores de empresas inteiras em uma única máquina. Nota-se que são atividades de alta complexidade e que fogem da navegação mais comum da internet, como consumo de séries, filmes, músicas e jogos leves e, também, do uso de pacotes como Office.

Não só levando em consideração o atual momento que o Brasil se encontra, é importante avaliar o que é realmente necessário ou não para o uso no nosso dia a dia. É importantíssimo que fiquemos atentos e evitemos gastos com excessos, já que o dinheiro gasto para comprar uma máquina que você não vai nem utilizar todo o poderio gráfico, poderia ser usado para comprar outras coisas.

Fonte das informações: Assessoria de Imprensa da Acer Brasil